Ao longo dos últimos anos o interesse pela
vitamina E vem crescendo de maneira significativa, bem como os estudos científicos
a ela relacionados. Tal interesse se dá, principalmente, pela sua ação antioxidante.
Para quem não sabe, os antioxidantes são moléculas que funcionam
como defesa do organismo, combatendo os famosos radicais livres produzidos em
excesso (por causa do estresse, da radiação solar, da poluição, do hábito de
fumar, da alimentação ruim e até mesmo por causa do exercício físico). Os
radicais livres, quando em excesso, podem destruir células, causando prejuízos
à saúde, tais como infertilidade, câncer, estrias...
Tendo dito
isto, podemos falar que o antioxidante está envolvido no retardamento do
envelhecimento e na proteção a doenças crônicas não transmissíveis, como por
exemplo doença de Parkinson, Alzheimeir, câncer, doenças cardiovasculares
etc, uma vez que previne o dano oxidativo celular pela inativação de radicais
livres e espécies reativas de oxigênio. Alguns pesquisadores ainda tem descrito
que a vitamina E possui também propriedades “não antioxidantes” como modulação
da sinalização celular e da transcrição de genes.
A vitamina E pode ser encontrada em alimentos de
origem vegetal, dentre eles os vegetais verde-escuros, sementes oleaginosas,
óleos e germe de trigo. Além dessas fontes vegetais, a vitamina pode ser
encontrada também em alimentos de origem animal, como a gema do ovo, o fígado e
até mesmo o leite (em menores quantidades).
Como ela é uma vitamina lipossolúvel, ou seja, solúvel na presença de lipídeos/ gorduras, é melhor absorvida quando
consumida em conjunto com algum alimento mais gorduroso, como manteiga, leite
integral ou semi-desnatado (este ainda apresenta um pouco de gordura na sua
composição) etc.
A vitamina E se decompõem quando exposta a luz ao
oxigênio e ao calor. Em duas semanas de armazenamento, a quantidade da vitamina
nos alimentos pode reduzir em ate 50%. Quanto exposta à altas temperaturas,
como por exemplo, ao fritar um óleo, ela é praticamente destruída.
E ai, gostaram de aprender um pouco mais sobre a vitamina E?
Até a próxima!
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